sábado, 3 de setembro de 2011

Tatuagens, chinelas, amigas, eternas e dois cigarros fumegantes


Quando o respeito é mútuo.
Quando a resposta é óbvia.
Quando o contar é certo.
Quando a pessoa faz parte.
Quando o nome de uma lembra a outra para os outros.
Quando o silêncio não incomoda.
Quando as contas se perdem.
Quando a fidelidade impera.
Quando a intromissão não invade.
Quando seus podres não são usados contra você.
Quando a crítica não envenena.
Quando a qualidade da outra não te acelera.
Quando a felicidade da outra te faz abrir um sorriso.
Quando a decepção da outra te faz agarrar um ódio.
Quando o ombro é necessário.
Quando a ausência faz falta.
Quando a diversão é garantida.
Quando o dialeto é próprio.
Quando as outras amizades não dão margem ao ciúme.
Quando o lugar no coração e na vida eterniza.
Quando o veneno dos outros vira piada.
Quando a competição é nula.
Quando você curte pinto mas nem liga que te chamem de sapa.
Quando o texto de estréia do seu blog é sobre ela.
Quando você só falta pedir um autógrafo de tão fã.
Só pra resumir...
Amiga, eu te amo pra caralho.

Um comentário:

Thirza Oliveira disse...

Gostei dos teus textos. Parecem ter muito de você! Abraço.